O setor florestal brasileiro está em constante crescimento. Dados do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) apontam que até 2030 a demanda do mercado por madeira pode até quadruplicar, chegando a 21 milhões de m³ somente para florestas nativas. Nesse cenário é importante que a produção madeireira acompanhe essa demanda, em especial com o investimento em tecnologia e processos.
Exemplos são as linhas de cabeçote da Log Max, como os modelos 7000 C e 7000 XT para o corte florestal em áreas maduras e o E6 para o corte e descasque do eucalipto. Além desses equipamentos, a empresa ainda oferece ao mercado produtos da linha Quadco voltados para cabeçotes feller, produzidos com foco no corte florestal full trip.
“Sentimos que o mercado florestal está em crescimento. Temos hoje o melhor share de equipamentos e maquinários florestais para pinus dentro da Região Sul. Por isso, mais do que vender novos implementos é importante que tenhamos atenção também no pós-venda. Ter atenção nas necessidades dos nossos atuais clientes é fundamental para os fidelizarmos e propiciarmos novas vendas”, explica Rodrigo Contensini, gerente geral da Log Max.
Os equipamentos da Log Max também têm como diferencial a tecnologia embarcada que permite maior autonomia aos clientes. Isso porque os cabeçotes podem ser facilmente trocados ou ajustados durante a operação florestal, algo vital para que não haja quebra na produtividade devido a produção ser realizada em localidades remotas e de difícil acesso para equipes técnicas.
“Nossos equipamentos além de apresentarem qualidade ainda apresentam essa praticidade aos operadores. É possível trabalhar com até 70% da capacidade mesmo com algum problema nos sensores. Isso permite maior autonomia e produtividade, já que evita que o maquinário fique parado por um longo período até a chegada da equipe técnica”, pontua Juliano Oliveira, gerente da Log Max.
Esses diferenciais são fundamentais para o acompanhamento das demandas do mercado madeireiro. Dados do Anuário Estatístico de Base Florestal para o Estado de Santa Catarina 2022, produzido pela Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) apontam que em 2021 a produção e o consumo de madeira de eucalipto e pinus no estado chegaram a 27 milhões de m³
Como comparação, os dados do Anuário apontaram que em nível nacional a produção dessas madeiras em 2021 foi de 230 milhões de m³, enquanto o consumo foi de 231 milhões de m³, comprovando como a demanda do mercado já está em franco crescimento em todo o Brasil.









